Toda a incertezaToma conta do corpo ténue.
Exclamam
Pelas fontes águas agitadas
Balançam em alvoroço
Numa corrente sem aviso…
Todo o peito
Se esfarrapa pelos impulsos
Trémulos,
Um som forte
Mata toda a exactidão
Que incessantemente
Procuro destapar…
Decaio
Mais um pouco
Nesta penumbra nublada
Onde o sol se despede
Sem nunca ter chegado!
(Ana Coelho)
3 comentários poéticos:
incerteza,inexatidão e o sol se despede...Um desconforto que apenas a poesia mede.
Bjosss...Reggina.
Obrigado pelo texto.
Incerteza,inexatidão e o sol se despede...Um desconforto que apenas a poesia mede.
Bjosss...Reggina.
Obrigado pelo texto.
Oi td bem?
Tb sou das blogueiras unidas n°1124 e já estou seguindo.
Venha visitar o meu cantinho e seguir tb
http://maosdemocas.blogspot.com/
Bjs
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