Rasgo meu peito, aflito,
Busco um refúgio onde me esconder,
Dessa coisa chamada desejo,
Desse sonho que teimo em romper.
Tento disfarçar angústias vividas,
Não me vejo em contraste com o medo,
Sou claro nos meus propósitos,
Não tenho nenhum segredo.
Me entrego facilmente ao amor,
Talvez um pouco imediatista,
Quem sabe receio de perder...
Ou seja, uma constante dor,
Que trago nesse peito alquimista,
Que insiste tanto em te querer.
(Marco Antonio de Alvarenga)

2 comentários poéticos:
Oi, Reggina!
Bom dia! O trabalho tem tomado meu tempo, mas eu não poderia deixar de passar por aqui.
Bjoks e ótima semana!
bacana seu blog hein....*-*amei flor..beijokas da uma passadinha no meu,
se quiser pode me seguir, fique a vontade!!*-*
Beijokas*-*
http://sirlangela.blogspot.com/
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