
Ninguém se engane se soar a hora,
se todos os relógios, de repente,
gaguejarem nem sei que dor fremente
que nunca veio e não se foi embora.
Ninguém se engane se souber quem chora,
que um grande choro convulsivo e quente
virá das coisas como espada ardente
atravessando a carne ontem, agora.
Ninguém se engane se dos seus papéis,
dos seus livros inertes, um lamento
terrível se levante como um vento
De maldição e de intenções cruéis.
Tudo, a este instante, é como um grande grito
quase a romper as cercas do infinito.
(Alphonsus de Guimaraens Filho)
gaguejarem nem sei que dor fremente
que nunca veio e não se foi embora.
Ninguém se engane se souber quem chora,
que um grande choro convulsivo e quente
virá das coisas como espada ardente
atravessando a carne ontem, agora.
Ninguém se engane se dos seus papéis,
dos seus livros inertes, um lamento
terrível se levante como um vento
De maldição e de intenções cruéis.
Tudo, a este instante, é como um grande grito
quase a romper as cercas do infinito.
(Alphonsus de Guimaraens Filho)
5 comentários poéticos:
Belo versejar poetisa, parabéns sempre. Tem uma trovinha esperando por seu coemntario. PALAHÇO, veja se gosta.
Olá Reggina
Lindo poema, cheio de observações e alertas.
Bjux
Que ninguém se engane. Abraço.
Uauuu!!belo poemaaaaa...!!!eu estava com saudades de navegar neste seu mundinho azul...seu blog está lindo demais...hehehehehe!!!amiga desejo á vc.uma noite maraaaaaaaaaaaaa....!!!beijos lindonaaa!!
Nossa! Surpreendente poetar o dele!
Líndíssimo!
Bjs em seu coração, Reggina...
Tânia Camargo
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