Quanta vez o que resta da memóriaé só um breve trecho de canção
a porta que se abre ao fundo do segredo
dócil subitamente à nossa mão...
Quanta vez o que resta é essa frágil chave
perdida na algibeira da infância
que franqueia de novo os portais para a vida
que promete de novo um percurso à bonança.
Vasco Costa Marques
2 comentários poéticos:
Profundamente belo!
Adoro suas postagens!
Oi amiga! Lembranças! As lembranças quando são boas, vale apena reavivá-las. Parabéns pela escolha.
Beijos,
Furtado.
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